Google Docs agora funciona offline

Foi liberado hoje pela equipe do Google Docs o novo recurso que permite usá-lo sem que o equipamento esteja conectado à Internet. Assim como já era possível fazer com o Google Reader, o Google Docs, por intermédio da extensão/plugin Google Gears, agora podeser utilizado de forma bastante semelhante às tradicionais aplicações de automação de escritório como o OpenOffice.org e o Microsoft Office.

O que ainda era considerado por muitos como sendo uma barreira na adoção de aplicações web em detrimento do modelo computacional baseado em processamento estritamente local, popularmente chamado de “Wintel” (Windows + PC Intel), parece ter caído por terra juntamente com a necessidade de se ter uma suíte de aplicativos para esse fim instalada no desktop.

Não seria a hora de repensar também as interfaces dos sistemas operacionais? Veremos.


Adobe junta-se à Linux Foundation e desenvolve AIR para Linux

Deu no Slashdot e eu estou repassando:

A Adobe anunciou hoje que está se juntando à Linux Foundation e liberou a versão Alfa para Linux do seu novo ambiente AIR (Adobe Internet Runtime) que permite que aplicações com suporte a Internet rodem no Windows, MacOSX e agora também no Linux. De acordo com a Adobe a versão alfa não tem alguns recursos chave e roda apenas com o Java da Sun, não com o Java GNU. Também foi disponibilizada hoje uma versão Alfa do Flex Builder para Linux.


Terra TV só com Windows ou MacOSX

Achei isso altamente preconceituoso e infundado.


A imagem acima está ligada ao aviso original, portanto, quem quiser expor a insatisfação com tal imposição do Terra, por favor use o formulário de contato, como eu fiz, e expresse sua opinião.


A Web 2.0 e os Leitores RSS

Você usa um leitor RSS? Se respondeu não então ainda não ingressou na verdadeira revolução social que tomou conta da Web nos últimos tempos. Ao utilizar um leitor RSS é possível agregar conteúdos de dezenas de sites em um único local, classificar tais conteúdos, compartilha-los e assim criar fontes de informação completas sobre qualquer assunto, escolhendo sua própria equipe de jornalistas, repórteres e editores.

Já escrevi anteriormente sobre esse assunto, mas como esses softwares parecem se tornar mais necessários a cada dia eu creio que seja preciso alertar, mais uma vez, para a existência e os benefícios da sua utilização.

Dentre os inúmeros leitores RSS que existem, eu recomendo em particular o Google Reader, o Bloglines e o Netvibes.

Por que não usar mais leitores RSS no desktop?

A Web é a plataforma. Ao usar um leitor RSS via web você amplia as possibilidades de compartilhamento, a informação torna-se disponível em qualquer lugar e, principalmente, você não corre o risco de perder suas fontes de informações.

Se você ainda não usa um Leitor RSS então inscreva-se em um dos 3 serviços acima, adicione seus blogs, sites, portais e colunas favoritas e tenha a informação que você precisa sob controle. E não se esqueça. O meu blog também! 🙂


Por que o Windows XP não é seguro?

Em uma demonstração que eu costumo fazer para meus alunos como forma de alertá-los para os perigos de se utilizar um computador não confiável* para acessar dados sigilosos como o Internet Banking ou mesmo contas de e-mail ou quaisquer outros websites que exijam a apresentação de credenciais, eu simulo o que um Trojan simples poderia fazer para levar o usuário do computador a acreditar que está acessando o site do seu banco e com isso enviando dados sigilosos diretamente para as mãos do assaltante.

O procedimento na verdade é muito simples, pois consiste apenas em instalar um micro servidor web no equipamento, ou mesmo o apache, configurar vários domínios virtuais com o nome de vários bancos e depois alterar o arquivo HOSTS para que os endereços apontem para a maquina local.

Ao fazer isso, associado a uma cópia devidamente adaptada da página do banco, é possível fazer a grande maioria das pessoas acreditar que estão acessando o site do banco e com isso capturar informações de forma muitíssimo eficaz.

Ok. Isso pode ser feito em outros sistemas operacionais, mas quantos de nós usam uma conta com privilégios de administrador, capaz de alterar tal arquivo e instalar uma aplicação para que funcione como serviço, em outros sistemas operacionais, sem conhecer a senha do usuário privilegiado?

O recado que costumo dar para os que assistem essa pequena demonstração é de que evitem ao máximo utilizar equipamentos compartilhados com outras pessoas para acessar suas contas bancárias. Afinal de contas, quantos métodos de obtenção de informações possibilitam que dados sejam capturados até mesmo de pessoas que digitam a URL de seu banco diretamente na barra de endereços do navegador?