Transposição de mídias como solução para o Ctrl-C & Ctrl-V na educação

Com o acaloramento das discussões sobre o impacto da inclusão digital no desempenho escolar e a exibição de algumas reportagens na TV apontando a prática do Copiar e Colar como grande vilão do uso de tecnologias de informação e comunicação na educação, logo vem em mente questões como:

  • O que poderiamos fazer para combater a banalização da pesquisa?
  • Como evitar o plágio nas pesquisas escolares?
  • Como favorecer a reflexão e o aprendizado diante da alta disponibilidade de trabalhos prontos na Internet?

Questões como essas, ao serem associadas à ainda incipiente adoção de recursos tecnológicos no processo de ensino e aprendizagem em nosso País, causam potenciais aumentos na resistência à adoção da nova postura que se apresenta.

O caso é que isso poderia ser resolvido de maneira relativamente simples, apenas transpondo algumas práticas já conhecidas para o novo contexto educacional, permeado pelo uso da Web e das novas tecnologias.

Se não há ainda uma maneira viável de verificar o real envolvimento dos estudantes na elaboração de uma peça escrita, tomada como componente de um plano de atividades de uma disciplina (os populares trabalhos escolares), por que não passar a utilizar outas mídias como forma de apresentação das peças produzidas?

Particularmente não vejo nada que impeça, por exemplo, a gravação em vídeo de apresentações, em formato muito próximo ao que se convencionou chamar de seminários, já que estes, por exigirem grandes quantidades de tempo em sala de aula, são vistos por muitos docentes com maus olhos, principalmente ao levar em consideração os calendários acadêmicos, cada vez mais apertados.

E você? O que acha?


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