Palestra do Luli Radfahrer no Descolagem 3

Recomendo imensamente aos professores que por ventura assinam o feed do meu blog (todos os 2 :D) e a qualquer pessoa que tenha interesse em entender o que é construtivismo social, ou que já ouviram o termo web 2.0, ou ainda, que já leram o bordão “estamos na era da informação”, que assistam o vídeo da palestra do Luli Radfahrer que estou linkando abaixo.

Simplesmente fantástica!


Transposição de mídias como solução para o Ctrl-C & Ctrl-V na educação

Com o acaloramento das discussões sobre o impacto da inclusão digital no desempenho escolar e a exibição de algumas reportagens na TV apontando a prática do Copiar e Colar como grande vilão do uso de tecnologias de informação e comunicação na educação, logo vem em mente questões como:

  • O que poderiamos fazer para combater a banalização da pesquisa?
  • Como evitar o plágio nas pesquisas escolares?
  • Como favorecer a reflexão e o aprendizado diante da alta disponibilidade de trabalhos prontos na Internet?

Questões como essas, ao serem associadas à ainda incipiente adoção de recursos tecnológicos no processo de ensino e aprendizagem em nosso País, causam potenciais aumentos na resistência à adoção da nova postura que se apresenta.

O caso é que isso poderia ser resolvido de maneira relativamente simples, apenas transpondo algumas práticas já conhecidas para o novo contexto educacional, permeado pelo uso da Web e das novas tecnologias.

Se não há ainda uma maneira viável de verificar o real envolvimento dos estudantes na elaboração de uma peça escrita, tomada como componente de um plano de atividades de uma disciplina (os populares trabalhos escolares), por que não passar a utilizar outas mídias como forma de apresentação das peças produzidas?

Particularmente não vejo nada que impeça, por exemplo, a gravação em vídeo de apresentações, em formato muito próximo ao que se convencionou chamar de seminários, já que estes, por exigirem grandes quantidades de tempo em sala de aula, são vistos por muitos docentes com maus olhos, principalmente ao levar em consideração os calendários acadêmicos, cada vez mais apertados.

E você? O que acha?


De que adianta a tecnologia se a metodologia se mantém?

Encontrei esse vídeo no Blog “Me Acharam” e decidi levantar o questionamento.

Apesar de parecer cômica, a situação é bastante comum e inspira cuidados. Hoje existem diversos projetos educacionais que vislumbram a utilização de tecnologia no apoio ao processo de ensino e aprendizagem em todos os níveis educacionais, que incluem a utilização de laptops especificamente projetados para esse fim, a adoção de um LMS, a utilização de multimídia ou simplesmente a disponibilização de um laboratório de informática para pesquisa na Internet.

O problema é que parece não haver a devida preocupação com o desenvolvimento de novas metodologias de ensino que vislumbrem a utilização de tais recursos, afim de extrair deles o máximo proveito.

O que pensar desse tipo de situação? Quais as soluções?


Vídeo-aula: Moodle para Tutores

Elaborei o vídeo abaixo como parte de um treinamento para professores da UNIPAR – Universidade Paranaense. Nele são demonstrados os princípios básicos de utilização do Moodle para inserção de conteúdos (recursos e atividades).

Espero que gostem!


Palestras sobre Python no meio Acadêmico

Duas palestras muito interessantes sobre o uso de Python no meio acadêmico foram publicadas recentemente e eu achei interessante disponibilizá-las aqui também.

Vale a pena assistir!


Relato: Software Livre no ambiente educacional: análise e perspectivas – Latinoware 2007

Nesta palestra o Prof. Ulisses Leitão contou sua experiência com a utilização de softwares livres na educação em sua instituição de ensino. Reforçando a idéia de que o software livre pode (e deve) ser utilizado em todas as áreas pois não há limitações, a não ser as impostas pelo preconceito que as pessoas tem de utilizar softwares que não conhecem.

Durante a apresentação ele citou softwares que utilizou e utiliza em seus projetos. Ao final da apresentação ele distribuiu CD’s de uma distribuição de linux criada com seu auxílio onde encontram-se disponíveis materiais de treinamento em vídeo para reduzir o impacto do primeiro contato com o software livre em instituições de ensino.

O foco principal foi a capacitação de professores para uso do software livre.


Relato: Videoconferência em Software Livre: para tudo e para todos – Latinoware 2007

Durante a palestra foram expostos os conceitos de videoconferência e suas modalidades, usando unicast, multicast e broadcast; quais equipamentos são utilizados em soluções proprietárias e os custos acarretados pela aquisição de encoders, MCU’s e transmitters. Também foi abordada a teoria por trás de cada modalidade de transmissão com a apresentação de esquemas e os seus impactos.

O palestrante falou sobre protocolos de rede que são utilizados para esse fim, dentre eles o h.323 e o SIP. Ele também falou dos projetos voltados para construção de ecossistemas de videoconferência livres como o Openh323 que oferece vários subprojetos que podem ser utilizados na criação de uma solução completa.

OpenH323: http://www.openh323.org


Relato: Educação a Distância e Software Livre: caminhos e desafios para o projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB) – Latinoware 2007

Nesta palestra foi explicado o projeto da UAB (Universidade Aberta do Brasil) que é um projeto que conecta a oferta de cursos de universidades federais como a UFSC, UFMS, UFPR e outras às prefeituras municipais, que por usa vez oferecem tele-salas e a estrutura local necessária para que os alunos assistam às aulas e tenham o apoio necessário para que possam participar de tais cursos à distância, em suas próprias cidades, sem quaisquer custos.

Para tal foi escolhido o software Moodle, que é utilizado na criação dos AVA’s (Ambientes Virtuais de Aprendizagem) utilizados pelos cursos oferecidos pelas universidades parceiras através da UAB.

Foram abordadas questões como a dificuldade de capacitação de pessoal para atuação como tutores nessas iniciativas, a resistência de professores em adotar esse novo tipo de paradigma educacional mediado pela tecnologia, a discriminação de cursos a distância, entre outros.

Ao final da palestra houve um pequeno debate entre os participantes e o palestrante no qual foram questionadas práticas e apontadas dificuldades na adoção da plataforma Moodle. O palestrante também citou eventos que deverão ocorrer no próximo ano voltados para a capacitação de usuários do Moodle e encontros da comunidade de usuários desse software livre, como por exemplo o MoodleMoot Brasil 2008.

UAB: http://www.uab.mec.gov.br/

Moodle: http://moodle.org


LOGO faz 40 anos


O precursor dos softwares educativos e derivado da liguagem LISP nasceu há 40 anos atrás com o intuito de ensinar lógica, programação e princípios de geometria.

Hoje com a profusão de softwares educativos existentes a velha tartaruga ficou um pouco ultrapassada, mas é graças a essa criação de Seymour Papert que o status dos computadores como ferramentas educativas se consolidou e começou a se tornar parte de estratégias pedagógicas de ensino.

Hoje existem alguns substitutos interessantes, dentre os quais está, por exemplo, o Alice, que prima pelos mesmos princípios, mas que faz uso de recursos 3D.


Editoração Colaborativa de Livros com o Blurb


Está ficando cada vez mais fácil publicar seu próprio livro. A novidade é que agora todo o processo de editoração pode ser feito on-line e de forma colaborativa, tendo como resultado final o livro impresso com uma grande variedade de formatos e estilos à escolher. O Blurb funciona como uma rede social onde um grupo de pessoas pode interagir de diversas maneiras com a composição final da obra.

Com o Blurb é possível criar álbuns de fotografias, livros comerciais, portfólios, ou qualquer outro tipo de livro e simplesmente receber o resultado final em sua casa. Os preços parecem bastante atraentes e todo o serviço pode ser feito com um software bem simples.

Fonte: Mashable